quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Insatisfação: gente que reclama.

Quantas reclamações você ouviu (ou leu) hoje? São quase 16h00 já deu tempo de muita gente ter reclamado.
Esse é sem duvida um assunto que eu gosto muito: gente que reclama. Eu reclamo também. Aposto que você tem suas queixas a fazer. Mas o que realmente me irrita são dois tipos de pessoas:
a)     As que reclamam de absolutamente tudo (e o tempo todo).
b)     As que reclamam sempre da mesma coisa (sim, o tempo todo).
E um misto disso, as que só reclamam. Sempre!
Primeiramente as que reclamam de tudo. É aquela pessoa que reclama do frio, reclama do calor, reclama do sol, da chuva, reclama do namorado, depois reclama que está sozinha. Eu não compreendo esse tipo de pessoa. Alias, eu tenho uma vaga ideia. São pessoas doentes, viciadas em sentimento negativo, seja ele, raiva, tristeza, algo do tipo, ou ainda pessoas carentes que usam da reclamação um pretexto pra ter o que dizer e atrair atenção das pessoas ao redor. O passatempo deste tipo de pessoa é reclamar. Sempre procura, caça algo para demonstrar insatisfação. O que me irrita é que na maioria das vezes esse tipo de pessoa tem uma vida razoavelmente boa. Ou até muito boa. Pessoas egoístas, que não sabem olhar pro lado, que não ligam pro sofrimento alheio. É natural ficar triste ou bravo, por alguns acontecimentos da vida. É natural ter um dia ruim, uma semana ruim até... Mas ter uma vida ruim? Se você está lendo isso, eu já duvido que tenha uma vida de todo ruim, se tivesse, estaria em algum outro lugar, mas não tendo um momento relaxante na internet, seja em casa ou numa lan house.  não é que eu não respeito o tamanho do problema dos outros. Eu compreendo que uma moça possa ficar triste por ter sua unha quebrada uma hora antes de sua festa de formatura. Sim essa moça tem todo direito de ficar “putissima” (com o perdão da expressão), o que não da pra agüentar é ela se lamentar a vida inteira por conta de pequenas coisas como essa. Ou sempre arranjar algo para lamentações. Coisas ruins acontecem, ponto. A gente chora, briga, grita, e deixa passar.
Se você é uma daquelas pessoas que quase sempre respondem algo negativo quando te perguntam “tudo bom?” pode ser que esteja na hora de olhar um pouquinho pro problema dos outros, e pras coisas boas da sua vida.
E ainda temos aquele tipo de pessoa que reclamam sempre da mesma coisa. Sempre da mesmíssima coisa. Confesso que durante muito tempo me encaixei nesse grupo. Até perceber o quão desagradável e desnecessário isso era. Mas isso chega a ser engraçado (se não for trágico). Normalmente essas pessoas vivem uma situação constante, ou recorrente. E tentar evitar o problema de alguma maneira ou erradicá-lo nem passa pela cabeça destes seres humanos, não? Pois é, então eles correm pro “ombro” mais próximo e choram as mesmas pitangas mais uma vez. E é aí que vem a melhor parte, por assim dizer. “Alugam” os teus ouvidos e reclamam do que você diz, encontram milhares de empecilhos pra solução que você apresentou, e muitas vezes ainda ficam bravos por você opinar. Sim, eu me espanto, eu ainda me espanto com pessoas que vem reclamar pra mim, e acham ruim de eu opinar.
Reclamões de plantão: Quando você “desabafa” (pela milésima vez) com uma pessoa, você  dá a ela o direito de opinar. Você estabelece com a pessoa um vinculo de confiança e liberdade. Então preste atenção no velho ditado popular, “quem procura acha”.
Bom, esta foi uma reclamação. Confesso. Mas não é verdade?

Beijoos.

algo a dizer? comente =D 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Gordinhas: o outro lado da moeda.

Bom, nos últimos meses tenho visto a explosão de atenção para pessoas gordas, principalmente mulheres. É muito claro pra mim que isso se deu por que a população está gorda. a população precisa de roupas maiores, viu-se aí um mercado promissor. Que se comprovou. Não, não sei quem foi o espertalhão que deu o primeiro passo. Depois vou até pesquisar. Mas o pontapé inicial nao foi por simpatia as gordinhas, foi sem dúvida por dinheiro. Que é o que move os seres humanos hoje em dia. E o mercado da moda, meus amigos, não é nada bobo. Por que fazer roupas que a maioria não pode vestir? Se muita gente engorda, o negocio é fazer roupa maior pra vender mais. É assim que eles pensam.
Mas até aí tudo ok, nós precisamos mesmo de roupas maiores, e eles precisam ganhar dinheiro. O que eu nao gosto é a hipocrisia (sempre a hipocrisia), colocam tudo de uma forma poetica, e de repente quem adorava a gisele bündchen acha lindo pesar 130Kg... em 1,70 de altura.. Ah, me poupe... tudo sorriso pra agradar as freguesas gordas. O marketing, merchandising, e a ilusão de que o mundo mudou de opinião. Não, o mundo não mudou de opinião.
Mas pegando carona nessa falsa aceitação do mundo referente ao aumento de peso, nesse novo foco do mercado da moda, começaram a pipocar (adoro essa palavra) blogs, sites, colunas de revista, materias na tv, tudo dedicado as fofas, pois bem. acho que isso fez sim um bem enorme pra muita gente, pois, aproveitando a moda, o momento e o "ibope" que isso dá, muitas mulheres gordas, que são sim bem resolvidas, passaram a relatar maneiras de ser mais feliz na vida, de ser mais feliz consigo mesma, e dicas disso, e dicas daquilo, muita coisa válida, muita coisa útil.
Mas eu vejo que o que era pra ser "dividido" apenas no foco da indústria da moda, está dividido na vida, no dia-a-dia, assim como outros preconceitos (racial, sexual, religioso, étnico, social, etc) ser gordo esta virando um grupo declarado, e grupo é um negocio complicado. Por que estando em um grupo voce tende a se fechar. A ter preconceito com o outro também por ser diferente. Como exemplo podemos pegar a religião. antigamente havia sim uma supremacia catolica, e o preconceito vinha de tal religião. Hhoje em dia, o preconceito religioso vem de todos os lados. O mesmo acontece nas classes sociais rico tem preconceito com pobre? tem. mas o pobre também julga a pessoa rica como futil, metida e outras tantas coisas só por ser abastado. Isso não demora a acontecer com os gordos, gordinhos, fofos, como queira chamar. Na verdade já acontece.
Havia preconceito anteriormente? Havia, o que acontecia era ter pessoas limitadas pelo preconceito, deixavam de praticar certas atividades, de usar determinadas roupas, de frequentar lugares pelo receio do que os outros iam dizer. E é esse o ponto culminante. muita gente se libertou de forma positiva graças a essa explosão (mesmo que tenha se iniciado com o intuito financeiro e não altruísta), de repente podemos encontrar pessoas que sairam de depressão, por encontrar semelhantes felizes, ler/ouvir relatos de como viver bem consigo mesmo. O problema reside nas pessoas sem noção. Que são a maioria dos seres humanos. Independente do peso, cor, nacionalidade, altura, religião etc, etc.
Vulgaridade não está em ser gorda ou magra, esta na sua atitude. Ver aquela amiga magra vulgar e querer ser como ela não é nada legal. É legal sim se aceitar, ser feliz, mas essas portas que foram abertas, e qualquer um tá passando e fazendo o que quiser.
Outra coisa que nao posso deixar passar é o fato desse "preconceito" em volta dos obesos ser puramente estético, você quer que as pessoas gostem de você por você ser bonita/o? Ou você quer ter a capacidade de conquistá-las? Eu, sinceramente não tenho o menor interesse em quem julga beleza para ter contato ou amizade.

Talvez eu que nao esteja entendendo direito este novo "universo", vejo o lado bom que todos exaltam de ser mais feliz e se aceitar mais, mas vejo o lado ruim tambem, da falta de limites (que antes era na maioria demonstrado por pessoas magras) e da hipocrisia (no que diz respeito a aceitação no mercado e na sociedade em relação a gordos, o que eles querem é dinheiro). Voce deve se SE aceitar, mas fazer com que o outro te aceite não é digno. Se não te aceita é pq não te merece.

beijos pessoas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

espectador

Bom, esta é a primeira postagem deste blog. nada melhor que uma apresentação.

meu nome é Ana Elisa, tenh... er, nao minha, do blog.

Este é o espaço escolhido por mim pra colocar minhas mais audaciosas idéias sobre seres humanos.
sou uma admiradora do ser humano, não sou psicologa, filosofa, nunca estudei nada sobre comportamento humano, porem é um tema que me interessa muito, confesso que não tenho grandes informações cientificas a respeito. posto que sou uma observadora, o que tenho a passar, as minhas ideias, são frutos de uma vida em curso que vez ou outra, por mero gostar, se deixa assistir o desenrolar de historias alheias... as vezes deixa-se envolver, dar pitacos, as vezes só olhar mesmo... só olhar? impossivel só olhar. mesmo não participando diretamente, a historia do nosso semelhante nos toca de alguma forma, sentimos raiva pelo outro, ficamos felizes, curiosos, revoltados, emocionados... não, não se trata de novela, não assisto novela, não é BBB tbm... bom é quase, mas é muito mais emocionante quando os participantes não sabem que estão sendo minusciosamente observados, e ainda mais quando estão tão perto! a vida real é de fato mais emocionante.
por conta de minhas observaçoes da vida real, decidi por mim mesma a veracidade de algumas teorias em relação ao ser humano... há comportamentos comuns em meio ao grupo, mas nem de longe somos todos iguais, homens, mulheres... cada pessoa tem o que ensinar... seja uma lição de bondade, ou um mal exemplo, um "aviso" de cuidado.

por hora digo, os seres humanos são de fato seres muito complicados. ousadia é tentar entender... e deixar de tentar, covardia é.

beijos!